terça-feira, 27 de setembro de 2016

Sinistralidade: Há mais carros e menos vítimas das alternativas às portagens

            
Com o fim das autoestradas sem os custos para o utilizador da Scut em 2010 da A 28, da A 29, da A 17, da A 41 e da A 42 e em 2011 da A 22, da A 23, da A 24 e da A 25, que entupio as principais vias alternativas, que não aumentou a sinistralidade com as vítimas. Que diminuiu as acidentes com as vítimas, com os mortos e com os feridos graves e com os feridos leves, das 10 principais estradas alternativas das Ex-scut.
Com mais sinistralidade nas portagens: na EN 109 e na EN 13 que bateu em 2014 todos os recordes dos acidentes com as vítimas de 220 na EN 109 e de 198 na EN 13 e dos feridos leves de 286 na EN 109 e de 267 na EN 13.
Com as portagens nas Scuts, houve menos acidentes com as vítimas na EN 109, da EN 2, da EN 8, da EN 15, da EN 207 e da EN 105. Na EN 123, com alternativa na A 22, os acidentes com as vítimas que manteve-se depois das portagens. Com uma diminuição das cobranças das 8 das 10 estradas. Os feridos graves baixou em todas as vias alternativas, dos feridos leves, que caiu para 6 da EN 125, da EN 109, da EN 18, da EN 15, da EN 207 e da EN 105 e que aumentaram as restantes 4.
Nuno Costa, Lamego